quinta-feira, 21 de abril de 2016

Tá Chegando o Live Action de Pokémon! É Sério!

Vem aí o Live Action de Pokémon!
E dessa vez, a coisa é séria! Várias empresas famosas como Warner e Sony estão disputando os direitos para produzir o filme com atores reais da série de monstrinhos.
Vamos trazer todos os detalhes de como andam as negociações e dar nossa humilde opinião sobre isto.
Também vamos falar sobre o Hensin Drive, plataforma de mangás online que está chegando para nós brasileiros, além de Final Fantasy IX no Detonando com Gustavo e muita música!

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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Universo da Cultura Pop - Crítica S02 Fear The Walking Dead | EP02 We All Fall Down


ATENÇÃO!
O TEXTO A SEGUIR PODE CONTER SPOILERS

Como mencionado na crítica do primeiro episódio (Monster), havia a possibilidade de se construir uma boa trama em alto mar, explorando a ideia de piratas, walker na água, etc. Contudo, no segundo episódio, We All Fall Down, fomos deslocados novamente para terra, o que acredito não ser um problema. Pois, a viagem de Strand para o México - mesmo se não chegarem lá - é longa. Assim, precisam atracar algumas vezes para conseguir mantimentos, talvez abrigo durante uma tempestade, enfim as possibilidades de se explorar FTWD em terra e no mar estão ai.

Eu gostei do início, eles precisam atracar após um sinal luminoso vindo da terra, logo, que chegam, encontram a família Geary: George (pai), Melissa (mãe) e os filhos, Seth (o mais velho), Harry e Willa. O grupo tenta passar segurança de que eles boas pessoas, e que não estão doentes. Por isso, eu nem me dei conta que a família poderia ser uma ameaça, porque, eles pareciam muito desconfiados e temerosos.

Voltando para o encontro deles, os grupos começam a se misturar e conversar, Travis fica sabendo por George, que metade do país foi devastado, inclusive, San Diego, percurso anterior do grupo. Já, Melissa começa a fazer muitas perguntas para Madison, querendo saber qual era a profissão dela, se gostava de crianças. O motivo é explicado no final do episódio. Durante as conversas delas, surge Seth, que parece não gostar nenhum um pouco dos convidados. O que não faz muito sentido, porque na cena seguinte, ele aceita que Chris o acompanhe para matar walkers na cerca, e até empresta a picareta dele para isso. Então, Chris começa a matar walkers até que Travis chega no local e vê a maneira que o filho age enquanto mata as criaturas. Segundo Chris, ele quer se sentir útil - acredito ser importante que o jovem aprenda a usar armas para sobreviver. Acho que ele entende que essas habilidades são importantes para sobreviver. Todavia, Isso pode ser um problema no futuro devido à instabilidade do rapaz.

Strand fala com alguém no telefone - não sei como ainda funciona - e pelo modo que respondia, ele falava com um ente querido ou uma pessoa com que ele tem negócios. Enfim, ele precisa chegar ao destino até à tarde, isso se Daniel não fizer algo, agora, que sabe que o trajeto de Strand é o México, e que estava armado.

A cena quando Harry mostra seus brinquedos para Nick, é muito boa, qualquer um, só de olhar os bonecos, entende que o menino já viu muita coisa. E apesar do horror que presenciou, já está se adaptando ao novo mundo. Falando sobre Nick, é ele que causa o desfecho da história de modo dramático. Nick esta procurando drogas, e acha algumas pílulas dentro de um esconderijo bem inusitado. Entendo que ele possa pensar como alguém que quer esconder drogas, mesmo assim, foi muita sorte ele deduzir que poderia ter algo ali. Para completar, Nick AFIRMA que o que ele achou não são drogas e sim veneno, e que George esta envenenando a família. Tudo bem, que o passado de Nick é desconhecido, como de todos os personagens, e o jovem pode ter habilidades sendo exploradas aos poucos. E o próprio fato de ser um viciado traz muito conhecimento sobre drogas. Mas, mostrar desse jeito, foi muito repentino e conveniente duas vezes seguidas.

Depois de algum tempo, Melissa revela que fez o sinal de propósito, porque queria salvar os filhos. Ela percebeu que George queria que a família morresse ali, e decidiu pedir ajuda para o primeiro grupo que encontrasse. É compreensível que Melissa tenha se arriscado ao pedir ajuda para estranhos. Mas, acredito, por não saber quem estava no barco, às crianças poderiam ter um fim muito pior do que a morte. Enfim, quando chega a hora de levar as crianças para o barco, Harry pede ajuda porque algo aconteceu com Willa. A menina tomou uma das pílulas que Nick achou, causando a morte dela, eis que surge o primeiro walker criança da série, que em seguida causa a morte de Melissa. Após, esse momento de desespero, o grupo foge para o barco com Harry. Mas, Seth aparece e recupera o irmão. Outra vez, Daniel hesita em tomar uma atitude para se preservar... Mesmo por uma criança. Pode ter sido o melhor a se fazer, porque provavelmente mais de uma pessoa morreria ali.

Conclusão

Madison e Nick talvez se sintam muito culpados, ela por não conseguir salvar ninguém de novo, e o jovem por talvez - depende da visão de cada um - ser o causador da morte da menina.

Travis continua sem saber o que fazer, tenta agradar todo mundo e só faz algo de concreto sob pressão.

Novamente Ofélia e Alicia não fazem nada demais, e esta ficando chato ver alguns deles parecerem coadjuvantes. O que me preocupou, pois, até o desfecho do episódio, eu acreditava que mais integrantes de juntariam ao grupo. O que complicaria ainda mais a divisão de espaço dos personagens. No entanto, não houve novas adições ao grupo, os roteiristas precisam explorar melhor cada personagem. O que me fez questionar se um ou dois deles vão morrer logo para facilitar o roteiro.

Texto: Giulian Cavalli

quinta-feira, 14 de abril de 2016

O Adeus ao Mestre Koji Wada

O programa desta semana não está em clima de festa :(
Infelizmente perdemos o cantor Koji Wada, conhecido por interpretar os temas musicas do anime Digimon.
O cantor faleceu de câncer, aos 42 anos após uma longa luta.
O programa desta sexta fará uma homenagem ao cantor com um bloco musical dedicado as suas obras.
Também traremos informações sobre a parceria entre a Comic Con Experience Brasil e a Toei, que pode trazer muitas surpresas para nós. 

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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Universo da Cultura Pop - Crítica S02 Fear The Walking Dead | EP01 Monster


ATENÇÃO!
O TEXTO A SEGUIR PODE CONTER SPOILERS

O primeiro episódio da 2ª temporada (Monster) começou de modo frenético, com combate corpo-a-corpo entre os walkers e o grupo, sob o fundo da cidade de Los Angeles em chamas. O início do capítulo que poderia começar com uma boa ação e uma intriga bem explorada mostrou-se rapidamente abordar diversos diálogos em excesso, o que não é um problema. Contudo, o enredo inconsistente faz com que a melhor característica da série - explorar o lado da convivência e a personalidade dos personagens - fique monótono.

Tudo começa com um pequeno salto temporal de tempo indefinido, do último episódio da temporada passada para agora, onde a cidade encontra-se em chamas devido a um ataque militar. Mais uma vez, a série acelera momentos importantes para o espectador que quer ver o passo-a-passo da evolução do apocalipse. Acredito que todos queriam ver o que causou a destruição da mansão de Strand e da cidade. 


Durante o confronto/fuga, Travis (Cliff Curtis) não hesita em matar os walkers, diferente da primeira temporada. É interessante essa mudança repentina, Travis parece estar tentando aceitar o novo mundo que o aguarda, mesmo que isso o machuque como na cena que concorda em não prestar ajuda. Voltando ao combate na praia, Travis quase se sacrifica para salvar Chris (Lorenzo James Henrie), e o corpo de Liza (Elizabeth Rodriguez), já que Chris se recusa a deixá-la na praia. Não sei se não fosse pelo filho, ele teria levado Liza, acredito que Travis se arriscou apenas para tentar fazer as pazes com o filho. Futuramente Chris botará mais vidas em risco por suas atitudes egoístas não apenas com o pai, mas com todos do grupo. 


Já no barco, Chris pesca com Daniel (Rubén Blades), eles desenvolvem uma possível relação de pai e filho, ambos se dão bem, e perderam pessoas amadas há pouco tempo. É possível que a amizade deles crie uma união para confrontar Travis por diferença de opiniões. Por falar nisso, Travis além de não ser bem visto por Daniel e Chris, agora, tem constantes desentendimentos com Madison (Kim Dickens) o que o deixa cada vez menos com moral no grupo. 


Strand (Colman Domingo) é um personagem muito misterioso, não se sabe nada sobre ele, como ficou rico, como prevê, com convicção, problemas e situações futuras. Quem ele era antes de tudo isso? No momento, sabemos que ele tem interesse em Nick (Frank Dillane) e vê características no jovem que ele próprio não nota. Strand já demonstrou sua autoridade no barco, cedo ou tarde, haverá uma disputa pelo transporte, isso se não for afundado ou roubado. Isso devido à ingenuidade de Alicia (Alycia Debnam-Carey), ela pode ter atraído os primeiros inimigos do grupo, não há confirmação que a voz desconhecida (Jack) tem relação com o barco que está por chegar. Mas o possível encontro entre esses dois grupos pode ocasionar a perda precoce de um dos integrantes já no início da série. Mesmo que todos sobrevivam, a atitude de Alicia vai gerar mais desavenças no grupo que ainda não está solidamente unido. 


Conclusão 


Monster começou de maneira empolgante, porém infelizmente, deixou a trama para ser desenvolvida no próximo episódio. Diferente da série principal TWD, ainda não houve um aventura em alto mar, e essa é a chance de FTWD trabalhar algo novo. Espero que o próximo episódio desenrole essa história de modo interessante e sem pressa.

Texto: Giulian Cavalli

quinta-feira, 7 de abril de 2016

Full Metal Alchemist está voltando!

Edward e Alphonse estão voltando!
Os irmãos alquimistas federais vão voltar em grande estilo, em formato live action!
Traremos as informações sobre o filme que promete ser épico.
Também iremos dar mais detalhes sobre o Projeto Secreto "CS", da Shonen Jump, e um Detonando sobre o jogo "Não Seja Demitido"

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Universo da Cultura Pop - O final da 6° temporada de The Walking Dead

ATENÇÃO!

O TEXTO A SEGUIR PODE CONTER SPOILERS!

O último episódio da 6ª temporada (Last Day on Earth) foi desesperador, sufocante, a sensação é de não haver uma saída e nem chance de lutar, isso está presente durante todo o episódio. Eu mesmo me senti tenso, quase como se estivesse junto ao Rick e os outros, sem poder evitar o que Negan estava prestes a fazer.

Rick foi superado tanto em números como taticamente, foi encurralado e teve seu psicológico destruído durante cada tentativa frustrada de salvar Maggie (Lauren Cohan). No fim encontrava-se perdido e desesperado, parecia que era seu primeiro dia no Apocalipse. A arrogância de Rick (Andrew Lincoln) já durava muito episódios, e isso o tem levado a tomar decisões precipitadas, caminhando para um fim trágico e inevitável. Rick demonstrou durante muito tempo seu excesso de convicção, ele sentia que era o rei do mundo, que não haveria mais ninguém capaz de tirá-lo de seu trono. Rick não quis acreditar nos avisos de Jesus, não procurou conhecer todo o poder de Negan e entender como ele agia.

O longo discurso de Negan (Jeffrey Dean Morgan) apenas trouxe mais ansiedade, tanto para o público, quanto para os personagens. O que apenas dificultava adivinhar quem Negan escolheria para matar. O final do capítulo se mostrou fiel aos quadrinhos, os salvadores subjugando o grupo de Rick, a aparição de Negan e como ele dita as novas regras para Alexandria. Por fim o modo peculiar de escolher a pessoa que vai servir de exemplo. O que era para ser o momento de clímax do episódio foi uma grande decepção, foi uma falta de respeito com os fãs que esperaram por essa cena a temporada toda. Essa foi uma tentativa de marketing barata, apenas para atrair mais audiência de um público que já é fiel. O problema que até o início da sétima temporada alguém pode vazar qual personagem morreu. Além disso, como o departamento de marketing vai fazer propagandas descentes sem mostrar quem ainda é refém? Qualquer personagem que aparecer vai ser descartado como o escolhido por Negan.

Morgan (Lennie James) apesar ter a crença que toda vida é preciosa, que todos merecem uma segunda chance, ele precisou matar. Ele sabia que no mundo onde vive, cedo ou tarde, esse momento chegaria: matar ou morrer. Diante da situação que Carol estava, a ponto de ser assinada por um dos Salvadores, Morgan tentou conversar para evitar um derramamento de sangue. Mas ele precisou quebrar sua regra e matar o Salvador, o interessante disso é que Morgan pode ter uma nova regra, de matar apenas em legítima defesa. Além disso, novamente seu pensamento de poupar vidas trouxe benefícios, o que pode reforçar sua crença. Pois Morgan no episódio 15 (East) impediu Rick de matar um homem de armadura, ele é o mesmo homem ruivo que surge parar ajudar Carol. Ele pertence ao grupo Kingdom, liderado por Ezekiel, que nos quadrinhos forma uma aliança futura com Alexandria. Ou seja, Morgan pode ter sido o responsável pela união desses dois grupos contra os Salvadores.

A atuação de Carol (Melissa McBride) e a evolução da personagem nesses últimos seis anos foram incríveis. Ela mudou muito desde a primeira temporada em que era uma mãe dedicada que apanhava do marido. Agora na sexta temporada, ela foi capaz de ameaçar de morte o falecido Sam, lutar e matar pessoas. A série mostrou como um apocalipse pode transformar uma pessoa. Contudo, Carol mudou e agora que viu aonde chegou, do que é capaz de fazer, não aceita mais ser assim, tendo surtos perante situações de risco. Veremos que caminho Carol seguirá.

Conclusão da Temporada
A série como um todo foi muito boa, teve grandes momentos de ação e drama, ótimas adaptações de momentos clássicos dos quadrinhos. Porém, ela pecou por conter tramas desnecessárias que não levaram a lugar nenhum, apenas para manter o público assistindo a série semana após semana. O que já havia demonstrado ser um problema como quando ficamos sem saber se o Gleen morre ou não e o desvio da história principal para dar foco num capítulo sobre Morgan. As atuações foram ótimas, em especial nessa conclusão com a atuação de Andrew Lincoln (Rick) com medo, e  Jeffrey Dean Morgan (Negan) mesmo sem poder falar diversos palavrões de modo descontrolado como nas HQs, conseguiu usar sua presença de palco e roubar a cena.

                                                 Texto: Giulian Cavalli